Para pais REAIS!

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domingo, 21 de fevereiro de 2016
Nossa página está, agora, no movimento "Para pais reais"!

O que significa isso?

Que queremos deixar claro que nossos posts têm como objetivo conscientizar e questionar para que possamos nós analisar, analisar nossos padrões e não entrar no automático com hábitos negativos. É isso. Não é criticar quem faz o que mencionamos, não é iludir que existem pais perfeitos que são super positivos o tempo inteiro, que não perdem a paciência ou não erram. Todos erramos, todos somos humanos.

Inclusive, achamos muito importante que tenhamos a compreensão de que grande parte desses padrões e comportamentos (e erros que cometemos) nos foram ensinados, passados por gerações anteriores às nossas, que por questões culturais ou de situações de vida, foram necessárias, aprendidas e repassadas. Ou seja, a forma de educar necessária à outras épocas (por terem muitos filhos, pouca tecnologia, outros conceitos morais, e etc) que foram aprendidas por nós, precisam ser questionadas. Bem como nossos padrões estabelecidos por coisas muito atuais (tecnologias, mercado de trabalho, novos meios de vida) também devem ser analisados e questionados, por serem muito recentes, fazerem parte de nossa rotina, mas também serem perigosos se não limitados ( como, por exemplo, as crianças saírem menos para correr e brincar, e ficarem mais em tablets e video games).

A ideia não é abulir, não é proibir, não é julgar nem culpar.. é apenas de questionar. Conscientizar, e permitir que cada pai, dentro de seus conceitos e valores, usem desse questionamento para avaliar e estabelecer em sua família seus próprios padrões. Ao invés de seguir padrões que foram estabelecidos por rotinas e hábitos insconscientes.

A questão não é não errar nunca. É estar em constante auto-análise para evitar permanecer em erros que podem ser maléficos à nossa vida e daqueles à nossa volta, incluindo nossos pequenos.

Dentro disso, fica a dica de págin Crescer Sem Violência (essa), que promove formas de ensinar, educar e limitar não violentas.



Muito já se "naturalizou" a palmada, os gritos e as ameaças. Por muitos anos foi o padrão, o certo. O contrário disso era visto como "permissividade" e "passar a mão na cabeça" de crianças que se tornariam tiranas e sem limites.

Hoje já se compreende - com muito estudo, pesquisa e experiência - que é possível educar, limitar e criar crianças com respeito, amor e sem violência, que serão adultos que respeitam, amam e não são violentos.

E o mundo precisa demais disso, não é mesmo?!

Sobre esse tema, leia mais aqui.

Espero que amem!

beijos

#PsiMama
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